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Idademidiano na London School of Economics

Participei do Idade Mídia em 2007. Nunca tinha realmente parado para pensar em como fui parar em um grupo de alunos do ensino médio que ousam praticar jornalismo; hoje acho que foi uma espécie de união do útil ao agradável. Sempre gostei muito de ler e escrever, e também tinha curiosidade em descobrir as atividades existentes por trás dos produtos jornalísticos que consumimos diariamente. Além disso, é bom lembrar que o colegial é uma época repleta de incertezas para qualquer adolescente. Não fazia idéia de que carreira seguir, e pensei que uma experiência como a participação no IM poderia ajudar a me definir (ou ao menos a resolver se deveria mesmo considerar fazer jornalismo).

Na verdade, quando me formei no Bandeirantes, acabei seguindo outros caminhos: hoje faço Economia na FGV e Direito na USP. Mas isso não significa que o Idade Mídia não me influenciou. Muito pelo contrário: sinto hoje que o curso foi muito importante para mim, não só pelo conhecimento que este me proporcionou a respeito da mídia, mas também por ter me levado a conhecer um grupo de pessoas fantásticas, com as quais mantenho contato até hoje.

Além disso, a participação no Idade Mídia me deixou outra marca: o sentimento de realização ao ver a revista pronta, após tantos meses de trabalho, foi indescritível. O orgulho e a felicidade em ver as inúmeras discussões, pesquisas, entrevistas e levantamentos de informações transformados em algo concreto e tangível me levaram a continuar escrevendo na faculdade, onde sou membro da redação da Gazeta Vargas, revista periódica produzida pelos alunos da FGV.

Agora, estou prestes a promover uma grande mudança em minha rotina: nos próximos dias embarco para Londres, onde estudarei por 1 ano na London School of Economics. Apesar de isso aparentemente não ter relação alguma com o tema desse texto, sinto que a realidade é oposta. Toda minha participação no Idade Mídia ajudou muito a “abrir” minha mente, tornando-a mais receptiva a novas idéias e experiências, como a que vivenciarei a partir de agora. Acredito que, dentre todos os legados que o Idade Mídia me deixou, esse é o mais importante e o que mais me orgulho em carregar,

Felipe Yamada, 2007.

O Idade Mídia também é desafio para futuros economistas

Fernanda Mendes, idademidiana de 2007, foi uma estudante que se dedicou muito ao curso e aproveitou cada momento, mas decidiu seguir a carreira de economista. Hoje, está fazendo intercâmbio em Madri, na Univesidad Carlos III, e pretende voltar para o Brasil no início de 2012 para concluir o curso no INSPER. Confiram o que ela tem a dizer sobre sua experiência no Idade Mídia:

Fernanda também aproveitou o intercâmbio para conhecer outros países da Europa. Nesta foto, está em Florença, Itália.

Na realidade, o Idade Mídia significou várias coisas para mim ao longo do tempo. A princípio era uma oportunidade maravilhosa pra finalmente fazer o que eu achava que tanto queria, jornalismo. Ao longo do curso, gostei muito de tudo o que fiz e aprendi e sai do mesmo com uma intenção real de seguir carreira nessa profissão. Porém, depois eu mudei de ideia e acabei em um curso de Economia, por diversas razões que não cabem aqui.

A partir de então eu percebi que mais do que uma oficina de jornalismo, o Idade Mídia representou a primeira chance real que eu tive de acompanhar e fazer parte de um projeto sério e profissional. O curso incentiva o comprometimento e dedicação dos alunos, além, claro, de todo o aprendizado linguístico e cultural que agrega.

Dessa forma, não recomendo o Idade Mídia apenas para aqueles que pretendem ser jornalistas, mas também para todos que estão dispostos a aceitarem o desafio. O resultado vai muito além da revista impressa, está no diferencial que cada aluno que sair do curso vai levar para sua vida pessoal e profissional.