Viver, para ter senso crítico

Lucas Hirata não aceita ficar restrito ao comum, preso num mundo de poucas perspectivas. O Idade Mídia foi rico por ter apresentado novas possibilidades de carreira e de vida para o rapaz que tinha Direito como profissão certa a seguir. Hoje, está terminando o curso de jornalismo na USP e o de relações internacionais na PUC-SP. Confira o depoimento em vídeo e não deixe de ler a história de Lucas no livro Idade Mídia: a comunicação reinventada na escola.

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Idade Mídia trouxe profissão e amor em 2005

Isabella Lubrano entrou no Idade Mídia em 2005, mas decidiu seguir carreira como advogada. Depois de entrar na Faculdade São Francisco, da Universidade de São Paulo, percebeu que o que gostava mesmo era de fazer jornalismo. Confira o depoimento da menina que conheceu o namorado nas tardes de sexta-feira do Idade Mídia:

Isabella e o namorado Alessandro no ano em que fizeram Idade Mídia

O Idade Mídia foi a experiência mais diferente por que eu passei nos meus cinco anos de Bandeirantes, a que menos se assemelhava às aulas tradicionais. Lá, não havia a pressão das notas ou do vestibular, parecia que todos tinham o único objetivo de brincar de jornalistas. Sim, porque para mim tudo não passava de uma brincadeira, e uma brincadeira muito divertida! Lá eu “brincava” de fazer entrevistas, de produzir fanzines, de escrever reportagens… Foi lá também que eu aprendi a “brincar” de namorar, e onde acabei pegando gosto pela coisa – afinal, meu namoro com meu ex-colega de Idade Mídia Alessandro já dura seis anos!

Quando o Colégio acabou, porém, eu decidi prestar outro vestibular, de Direito. Por mais que tenha gostado do Idade Mídia, parecia que aquela não era a profissão para mim. Passei na faculdade de Direito, mas lá me decepcionei com o curso: de repente, parecia que todo o meu esforço para entrar na faculdade tinha sido em vão. Nesse período difícil, não vi outra alternativa senão recomeçar do zero, prestar outro Vestibular.

Foi nessa hora que a experiência do Idade Mídia deixou de ser uma brincadeira para mim. Foi ela que me socorreu naquela fase de crise vocacional, ela e o Ale Sayad, com quem conversava procurando orientação. Depois de muito pensar, resolvi tentar as minhas chances na Faculdade Cásper Líbero, onde me descobri profissionalmente. Hoje estou estou atarefada, porque tenho que dar conta de dois cursos universitários, mas cheia de planos e feliz!