Fanzonas do Idade Mídia

Confira algumas fotos do primeiro ano do Idade Mídia, em 2002. O produto final desta turma foi a revista As Fanzonas.

Idade Mídia 2011: revista + documentário

Há pelo menos 5 anos, turmas do Idade Mídia têm vontade de fazer um documentário em paralelo à revista que lançam no fim de cada curso. Em 2011, com a ajuda da ex-idademidiana Beatriz Moura, esse sonho foi possível. Os alunos escreveram a revista Entrelinhas e também fizeram o documentário mostrando um pouco da realidade dos estudantes brasileiros.

Escolha de profissão no Idade Mídia

Fernanda Caetano entrou no Idade Mídia para entender mais do mundo da Comunicação e, no curso, teve a oportunidade de ter algumas de suas dúvidas respondidas. Hoje, faz Publicidade e propaganda na ESPM e trabalha como na área de mídia da agência Taterka. No início de 2012, fará o curso Filmmaking Certificate na London Film Academy.

Dez anos de Idade Mídia, diretamente de Barcelona

O depoimento de Ligia Roca se explica sozinho com uma energia muito maior do que qualquer introdução que escreveríamos aqui. Parte do primeiro grupo que fez Idade Mídia – composto por 9 meninas que reivindicaram um curso de comunicação no colégio. Hoje, com as mídias sociais, continua próxima do grupo, acompanhando discussões no Facebook diretamente da Espanha, onde cursa  mestrado.

 

Tive a honra de fazer parte da primeira edição do Idade Mídia. O grupo começou, pelo menos para mim, com um ar de rejeição, como uma premiação aos cafés-com-leite que não foram aprovados para o projeto Rádio Escola, do Aprendiz. A gente não tinha nem ideia do que ia virar aquilo. Não sei nem se o Ale tinha. Tudo ganhou corpo em seis meses e o resultado foi o Fanzonas, um fanzine batizado pelo Gilberto em homenagem ao time girl power. O semestre foi super corrido, mas cada sexta-feira depois do almoço era uma terapia. Principalmente porque me aproximava daquilo que eu já tinha escolhido como profissão, o jornalismo. Foi o primeiro contato com os bastidores da produção de conteúdo… E a nossa comunicação acontecia num ritmo diferente do de hoje. Não sou tão velha, mas imagina, não tinha nem o Orkut ainda. A interação virtual rolava apenas por email, não existia procurar fonte nas redes sociais, trocar textos, intercambiar vídeos, ter um grupo interativo. Afinal, há uma década de diferença.

É interessante ver que o projeto cresceu e muita coisa mudou. Adoro ver as conversas do IM no Facebook, o pessoal correndo com prazos, dividindo dúvidas, pedindo ajuda para encontrar entrevistado. Legal ver também que o IM ajudou seus integrantes na escolha da carreira, como eu, que me formei em Jornalismo pela Cásper Líbero em 2008, e abriu vaga para estagiários, ex-Idade Mídias, além de começar a ampliar seus formatos e permitir a entrada do vídeo. Passados dez anos, tenho a única edição que me sobrou do Fanzocas na gaveta da minha casa aqui em Barcelona, onde estudo um master em Documentário, e sinto orgulho dela. Não tanto pelo jornalismo, mas por uma época da qual guardo memórias incríveis, carrego amizades até hoje… Por uma ideia que ouviu e levou os adolescentes a sério. Agradeço ao Colégio e ao Aprendiz pela oportunidade e investimento, ao Ale querido, à Marina e à Cândida, pela paciência e pelo carinho. Um beijo gigante para as fofíssimas Jeniffer, Ana Carol, Marcela, Núbia, Yara, Aninha, Milla, Carla. As melhores energias para todos. De coração.

 

Visão idademidiana

Sophia Nietzert é uma daquelas garotas que fez da turma de 2009 do Idade Mídia um grupo ativo e com vontade de mudar o mundo. Ela, que cursa jornalismo na ECA-USP, deu um belo depoimento dizendo o que sentia no curso, o que aprendeu e as qualidades de quem compõe a Rede Idade Mídia. Vale assistir e ouvir um pouco do que essa garota simpática tem a dizer para entender melhor o projeto:

Vontade de mudar o mundo

Priscila Garcia foi de uma turma que ficou marcada pela vontade de mudar o mundo e inovar. Hoje, faz Relações Internacionais na ESPM e acha que esse desejo de mudança foi se perdendo naquele grupo que fez o Idade Mídia em 2009. Mesmo assim, ela ainda tenta fazer sua parte e tem grande potencial para concretizar mudanças que ela deseja na sociedade. Confira o depoimento:

Pipoca explodindo: uma história de quem não fez Idade Mídia

Gabriel Fabri não entrou no curso Idade Mídia porque cursvara a área de Biológicas, mas mesmo assim, não desistiu de se aventurar no mundo da comunicação. “É errando que se aprende né? Não deixaria os outros me ofuscarem novamente em outra oportunidade. Continuo reservado, mas aprendi a me impor quando necessário”, exclamou. Ele se envolveu com um projeto pessoal de um blog para falar sobre o que gosta: cinema, música e cultura pop. O Pop With Popcorn, em pouco tempo, virou um sucesso de público. Confira o depoimento de Gabriel:

Gabriel Fabri ao lado dos ex-idademidianos Amanda Cestaro e Ulysses Faria

Eu comecei meu blog diante do fato que escrever é algo que se aprimora com a prática. Então achei importante criar um espaço para poder praticar e submeter o resultado final para que os outros avaliassem e apontassem meus erros e acertos. Embora estivesse cursando o ano mais difícil no Colégio Bandeirantes (e ainda com o fantasma do vestibular bem a minha frente) achei que era necessário arrumar um tempo para treinar. 

Em pouco mais de seis meses, o Pop With Popcorn tem quase quatro mil acessos e é parceiro de outros três blogs de cinema de grande visibilidade, como o Cinebulição, por exemplo. Mas ainda há a faculdade e muitos livros, filmes, músicas, empregos e desafios pela frente.

Escrevo sobre os assuntos que mais gosto, cinema e música pop, por isso o nome Pop With Popcorn. A princípio, nunca achei que o blog fosse ter uma recepção tão calorosa quanto teve e fico muito feliz com isso. O blog acabou se tornando um incentivo pra mim e pra minha futura carreira. Mostrei-o para vários profissionais, inclusive o Alexandre Sayad, que me ajudou bastante me dando oportunidade de fazer cobertura jornalística para o Interband 2011 e me apresentando ao crítico e jornalista Sérgio Rizzo.